(imagem retirada da net de um dos muitos sites que promove acompanhantes deluxo em Portugal )
Prolongam-se as vozes da discórdia sobre a questão do casamento homossexual.
São poucos aqueles que com a verdade politicamente fora de moda, mas pelo menos autêntica, assumem corajosamente a posição de defender o não, por razões religiosas e morais.
Na verdade para os cristãos "homem" é "homem", "mulher" é "mulher".
Foram criados para se complementarem e por isso se atraem naturalmente.
As sagradas escrituras referem-se àquilo que devem ser as vestes do homem e da mulher e referenciam expressamente que a mulher não deve vestir-se como se homem fosse. Deve usar cabelos longos como se fora um véu.
Depois temos Sodoma e Gomorra, as cidades malditas que Deus terá destruído por nelas ter acabado toda a espécie de moralidade, sendo que homens se deitavam com homens e mulheres com mulheres.
A homossexualidade é assim para muitos um pecado.
Admitir o casamento entre homossexuais seria institucionalizar o pecado.
Os que não tem coragem de assumir esta ideia vão por ínvios caminhos : para quê casar, afinal o que mudará na vida desses homossexuais que querem casar ?
Eu respondo : o mesmo que muda para qualquer pessoa que case.
Pois, mas dizem outros, suposto é que um casamento consagre um verdadeiro amor, para ser vivido nas boas e más horas, até à morte.
Ora bem ...
Recentemente uma amiga descobriu que uma filha sua ainda adolescente fizera uma nova amizade. Tratava-se de uma moça que dançava no varão de um bar de alterne de quinta categoria nos arredores da cidade aonde viviam.
Que pânico! Que péssima influência... que fazer para afastá-las?
Quis conhecer a putita.
Era uma menina com 19 anos (apenas 4 a mais que a sua filha). Filha de pai incógnito, perdeu a mãe aos 14 anos. Foi acolhida por uns primos. Um casal . E com o primo conheceu o alterne e teve a primeira relação sexual. Agora tinha um namorado que "amava muito" e só ia para a cama com outros se lhe faltasse mesmo o dinheiro.
Nunca completou sequer o 6º ano de escolaridade obrigatória.
Mas ela conhecia o casamento.
Ela não casara, mas todos os seus clientes eram casados.
Homens que compravam sexo a diversos montantes, variáveis dos 50 aos 250 € a meninas como ela.
O que mais a preocupava era as "acompanhantes" licenciadas. Estavam mais preparadas para dar fantasia aos homens casados e até passavam por boas meninas prestando-lhes outros serviços remunerados, acompanhando-os em eventos vários.
Os homens casados que não podiam pagar "acompanhantes de luxo", só mais raramente iam ao alterne e era mais difícil fazê-los beber e gastar. Mas , fazia-se ...
Então eles falavam das suas frustrações, do tempo que se masturbavam graças à "benta net", em sites de pornografia gratuita e razoável qualidade e até das vezes que iam à mata nos momentos de crise muito aguda ...
Alguns elogiavam as mulheres, boas mães, bonitas até, porém exaustas da rotina do dia a dia, sem encanto e fulgor, sem ardor e paixão.
Como se vê não é necessário ser casado para conhecer o casamento.
E é então a este maravilhoso mundo de afectos que pretendem aceder os homossexuais?
Não, não é.
Querem casar pelos motivos que toda a gente casa: porque querem um projecto de vida comum, um património comum, direitos inerentes a esse projecto comum e a esse património comum. Querem ser reconhecidos como casal. Como os demais.
Família, amor, verdadeiro amor....
Meus senhores, se existe e se é possível, garantidamente, isso é outra coisa !
Então, e assim sendo, casamento de homossexuais, porque não ?!