quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A sagrada instituição do matrimónio ...

(imagem retirada da net de um dos muitos sites que promove acompanhantes de
luxo em Portugal )


Prolongam-se as vozes da discórdia sobre a questão do casamento homossexual.
São poucos aqueles que com a verdade politicamente fora de moda, mas pelo menos autêntica, assumem corajosamente a posição de defender o não, por razões religiosas e morais.
Na verdade para os cristãos "homem" é "homem", "mulher" é "mulher".
Foram criados para se complementarem e por isso se atraem naturalmente.
As sagradas escrituras referem-se àquilo que devem ser as vestes do homem e da mulher e referenciam expressamente que a mulher não deve vestir-se como se homem fosse. Deve usar cabelos longos como se fora um véu.
Depois temos Sodoma e Gomorra, as cidades malditas que Deus terá destruído por nelas ter acabado toda a espécie de moralidade, sendo que homens se deitavam com homens e mulheres com mulheres.
A homossexualidade é assim para muitos um pecado.
Admitir o casamento entre homossexuais seria institucionalizar o pecado.
Os que não tem coragem de assumir esta ideia vão por ínvios caminhos : para quê casar, afinal o que mudará na vida desses homossexuais que querem casar ?
Eu respondo : o mesmo que muda para qualquer pessoa que case.
Pois, mas dizem outros, suposto é que um casamento consagre um verdadeiro amor, para ser vivido nas boas e más horas, até à morte.

Ora bem ...
Recentemente uma amiga descobriu que uma filha sua ainda adolescente fizera uma nova amizade. Tratava-se de uma moça que dançava no varão de um bar de alterne de quinta categoria nos arredores da cidade aonde viviam.
Que pânico! Que péssima influência... que fazer para afastá-las?
Quis conhecer a putita.
Era uma menina com 19 anos (apenas 4 a mais que a sua filha). Filha de pai incógnito, perdeu a mãe aos 14 anos. Foi acolhida por uns primos. Um casal . E com o primo conheceu o alterne e teve a primeira relação sexual. Agora tinha um namorado que "amava muito" e só ia para a cama com outros se lhe faltasse mesmo o dinheiro.

Nunca completou sequer o 6º ano de escolaridade obrigatória.
Mas ela conhecia o casamento.
Ela não casara, mas todos os seus clientes eram casados.
Homens que compravam sexo a diversos montantes, variáveis dos 50 aos 250 € a meninas como ela.
O que mais a preocupava era as "acompanhantes" licenciadas. Estavam mais preparadas para dar fantasia aos homens casados e até passavam por boas meninas prestando-lhes outros serviços remunerados, acompanhando-os em eventos vários.
Os homens casados que não podiam pagar "acompanhantes de luxo", só mais raramente iam ao alterne e era mais difícil fazê-los beber e gastar. Mas , fazia-se ...
Então eles falavam das suas frustrações, do tempo que se masturbavam graças à "benta net", em sites de pornografia gratuita e razoável qualidade e até das vezes que iam à mata nos momentos de crise muito aguda ...
Alguns elogiavam as mulheres, boas mães, bonitas até, porém exaustas da rotina do dia a dia, sem encanto e fulgor, sem ardor e paixão.
Como se vê não é necessário ser casado para conhecer o casamento.
E é então a este maravilhoso mundo de afectos que pretendem aceder os homossexuais?
Não, não é.
Querem casar pelos motivos que toda a gente casa: porque querem um projecto de vida comum, um património comum, direitos inerentes a esse projecto comum e a esse património comum. Querem ser reconhecidos como casal. Como os demais.
Família, amor, verdadeiro amor....
Meus senhores, se existe e se é possível, garantidamente, isso é outra coisa !
Então, e assim sendo, casamento de homossexuais, porque não ?!

Até ao eclipse imprevisto


quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Deixa que te diga ...


É mais que certo que para tudo nos dias de hoje se encontra um estudo.
O que mais impressiona é quando vemos descritas verdadeiras banalidades e lugares comuns por parte de vozes de especialidade técnica.
Exemplificando : alguém pergunta se mulheres dos 14 aos 50 anos reagem da mesma forma à rejeição.
E claro, é necessário que o/a psicólogo/a exaurido/a de tanto estudar o assunto, conclua que não, pois faz toda a diferença a maturidade da pessoa no modo como enfrenta um sentimento de rejeição.
Isto não é óbvio ?!...
Mais curioso ainda é depois a conclusão de que algumas mulheres mais maduras reagem à rejeição como uma adolescente.
E como reage uma adolescente ?
Não apenas com a dor da perda mas perdendo a sua própria estrutura funcional no domínio dos afectos.
Perdendo a auto estima, iniciando uma série de novos relacionamentos, num misto de necessidade de sobre avaliar a auto estima, de auto-compensação afectiva e de punição , com a entrega a terceiros, do afecto que tão especialmente reservara ao rejeitante.
O estudo conclui assim que mulheres adultas , mais excepcionalmente reagem igualmente desta maneira.
Porém, também certas adolescentes reagem com maior maturidade.
Ou seja, o estudo conclui tudo o que pode observar-se no mais comum dos olhares sobre a vida.
Mas o mais engraçado de todos os estudos que a este nível vi, abordava uma questão pungente para as mulheres : como fazer-se amar pelo respectivo companheiro sem ser traída ?
Vejamos então uma fórmula mágica:
"Para o homem é muito importante se sentir valorizado e amado, pela esposa ou namorada. Por isso, seja carinhosa em todos os momentos da sua conquista, fazendo-lhe sempre elogios .
Diga-lhe que gosta do seu cheiro, que ele tem um corpo maravilhoso (mesmo que ele tenha uma barriguinha saliente), que ele é carinhoso, e demonstre sempre a sua felicidade e satisfação por estar com ele em todos os lugares, na cama, na rua, no trabalho, na cozinha, etc."
Se isto lhe parece brincadeira ou desconsideração pela inteligência dos homens, engana-se. Isto é defendido pela psicologia ou psicoterapia relacional conjugal em voga( "aquela que concerta casamentos" ).
Ou seja, se o seu marido chegar a casa a cheirar a cavalo depois de um arraial de feijoada, não se esqueça de lhe dizer : ai filho, que cheirinho a rosas...
É garantia de fidelidade absoluta.
Porque se ele estranhar e lhe perguntar de onde provém tal cheiro, acrescente que não só são rosas, como pérolas tudo o que sai da pessoa dele...
Portanto, quanto à garantia de fidelidade, fiquei esclarecida !
Só há uma questão que nenhum estudo ainda explicou suficientemente e me atormenta, pois devo confessar já ter experimentado o fenómeno : porquê que as pessoas verdadeiramente apaixonadas adoram o cheiro a cavalo, e vêm um Adónis na pessoa objecto da sua paixão, ainda que isso não seja particularmente visível aos demais seres viventes ?!...
Ninguém sabe.
Pronto. Far-se-á então um exaustivo estudo sobre isso...
:)

Maria

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

sábado, 2 de janeiro de 2010

Morada aberta ...

Que em todas as portas entrem milagrosas maravilhas : bom ano !

Diz me rio que conheço
Como não conheco a mim
Quanta magua vai correr
Até o desamor ter fim

Tu nem me ouves lanceiro
Por entre vales e montes
Matando a sede ao salgueiro
Lavando a alma das fontes

Vi o meu amor partir
Num comboio de vaidades
Foi à procura de mundo
No carrocel das cidades

Onde o viver é folgado
E dizem não há solidão
Mas eu no meu descampado
Não tenho essa ilusão

Se eu fosse nuvem branca
E não um farrapo de gente
Vertia-me aguaceiro
Dentro da tua corrente

E assim corria sem dor
Sem de mim querer saber
E como tu nesse rumor
Amava sem me prender

Vem rio que se faz tarde
para chegares a parte incerta
espalha por esses montes
que tenho a morada aberta (bis)



quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

SILÊNCIO


Poema do silêncio



Sim, foi por mim que gritei.
Declamei,
Atirei frases em volta.
Cego de angústia e de revolta.

Foi em meu nome que fiz,
A carvão, a sangue, a giz,
Sátiras e epigramas nas paredes
Que não vi serem necessárias e vós vedes.

Foi quando compreendi
Que nada me dariam do infinito que pedi,
-Que ergui mais alto o meu grito
E pedi mais infinito!

Eu, o meu eu rico de baixas e grandezas,
Eis a razão das épi trági-cómicas empresas
Que, sem rumo,
Levantei com sarcasmo, sonho, fumo...

O que buscava
Era, como qualquer, ter o que desejava.
Febres de Mais. ânsias de Altura e Abismo,
Tinham raízes banalíssimas de egoísmo.

Que só por me ser vedado
Sair deste meu ser formal e condenado,
Erigi contra os céus o meu imenso Engano
De tentar o ultra-humano, eu que sou tão humano!

Senhor meu Deus em que não creio!
Nu a teus pés, abro o meu seio
Procurei fugir de mim,
Mas sei que sou meu exclusivo fim.

Sofro, assim, pelo que sou,
Sofro por este chão que aos pés se me pegou,
Sofro por não poder fugir.
Sofro por ter prazer em me acusar e me exibir!

Senhor meu Deus em que não creio, porque és minha criação!
(Deus, para mim, sou eu chegado à perfeição...)
Senhor dá-me o poder de estar calado,
Quieto, maniatado, iluminado.

Se os gestos e as palavras que sonhei,
Nunca os usei nem usarei,
Se nada do que levo a efeito vale,
Que eu me não mova! que eu não fale!

Ah! também sei que, trabalhando só por mim,
Era por um de nós. E assim,
Neste meu vão assalto a nem sei que felicidade,
Lutava um homem pela humanidade.

Mas o meu sonho megalómano é maior
Do que a própria imensa dor
De compreender como é egoísta
A minha máxima conquista...

Senhor! que nunca mais meus versos ávidos e impuros
Me rasguem! e meus lábios cerrarão como dois muros,
E o meu Silêncio, como incenso, atingir-te-á,
E sobre mim de novo descerá...

Sim, descerá da tua mão compadecida,
Meu Deus em que não creio! e porá fim à minha vida.
E uma terra sem flor e uma pedra sem nome
Saciarão a minha fome.

JOSÉ RÉGIO

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Pedaços




Poeiras de crepúsculos cinzentos.
Lindas rendas velhinhas, em pedaços,
Prendem-se aos meus cabelos, aos meus braços,
Como brancos fantasmas sonolentos...

Monges soturnos deslizando lentos,
Devagarinho, em misteriosos passos...
Perde-se a luz em lânguidos cansaços...
Ergue-se a minha cruz dos desalentos!

Poeiras de crepúsculos tristonhos,
Lembram-me o fumo leve dos meus sonhos,
A névoa de saudades que deixaste!

Hora em que o teu olhar me deslumbrou...
Hora em que a tua boca me beijou...
Hora em que fumo e névoa te tornaste ...

Florbela Espanca

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Canção de Madrugar

CARTA AO PAI NATAL

A história que aqui deixo hoje, não é da minha autoria.
Foi escrita sob a forma de composição por um adolescente numa escola próxima .
Fiz pequenas alterações no texto (alguns cortes de texto) com o propósito de não permitir a identificação da Autora a partir do seu conteúdo original, já que se trata de um episódio real, numa vida, também ela, real.
Procurei contudo, pese embora essa limitação, manter o mais integralmente possível o seu propósito e as expressões originalmente utilizadas.

CARTA AO PAI NATAL


"Como se tivesse seis anos, pedem-me que escreva uma carta ao Pai Natal.

O mais cretino é saber que se escreve a alguém que não dará qualquer resposta e ainda assim escrever, como se grafitasse o muro do hospital psiquiátrico mais próximo e conseguisse então um olhar directo do mundo sobre a "loucura " .

Então és Pai ?!...

E cabe-te dar coisas no Natal...

O meu pai, também me deveria dar coisas.

Mas não dá. Mudou-se. Talvez para a Lapónia que se situa na minha bolinha de neve e cristal ...

A minha mãe está de luto e sem emprego.

Mas é a minha mãe. Continua a ser o colo das minhas tempestades, o sol dos meus dias de inverno.

A parede mestra cá da casa.

Na falta de outras coisas mantém um sorriso para pretensamente me iludir sobre a cor da sua alma e me transmitir calma.

Já não tenho 6 anos, mãe...

Já não tenho...

Lembro-me das noites em que lias para mim, das noites com febre de infância e das pontinhas dos teus dedos suavemente sobre o meu peito e as minhas costas, em movimentos redondinhos para facilitar-me a respiração. Lembro-me que cantavas, enquanto me ninavas nessas ocasiões.

Lembro-me de me chamares "tua menina" e me dizeres que seria feliz para sempre como as princesas das tuas histórias de encantar.

O maior defeito da minha mãe é ser muito linda.

Não é só do aspecto dela que estou a falar. É de dentro...

Isso causa muitos transtornos na nossa vida.

Sem o pai em casa e sem fonte de rendimento, sei que a mãe não aceitará fazer nada de ilícito à luz dos valores dela, para obter dinheiro.

As soluções não vêm com o Pai Natal e não estão fáceis de encontrar.

E nós passamos fome e outras privações.

Ela sorri sempre.

Planificando a noite de natal, fez-me montar a árvore do natal e o presépio.

Mas a gata já roeu a ficha das luzinhas de natal e já nem mesmo a árvore tem qualquer brilho.

"Olha", diz a mãe, "vieram cá uns amigos e temos bacalhau para demolhar, temos grão e feijão. Temos azeite.

E como ainda há leite e limão no quintal far-te-ei um bolo".

Abrindo os armários vazios prosseguia a sua tentativa de tornar menos dolorosa a minha expectativa sobre a ceia de natal.

-"Não te preocupes mãe. Ainda tenho cereais de chocolate e o Natal é apenas mais um dia. Outros virão."

Claro, mas insistia, "far-te-ei um bolo".

Subitamente o olhar da minha mãe aonde vivem aos milhares sentimentos e palavras, fixou-se num ponto perdido do armário.

Via que ela procurava qualquer coisa e que não encontrava forma de me dizer do que se tratava.

Não havia farinha em casa...

Ainda havia leite, ovos e limão no quintal para fazer um bolo no dia de Natal.

Mas não havia farinha e os últimos euros foram deixados na farmácia no dia de gripe mais intensa que me tem acompanhado nestes últimos tempos.


Assim, Pai que és de Natal, e que dizes presentear na vida a quem não faça mal, hoje escrevo-te apenas para te desmascarar.

Volta para a Lapónia ou para aquela parte...

Porque eu até te posso perdoar a fome, as privações que eu e tantos mais têm passado por conta da tua incompetência ou da incompetência da tua entidade patronal.

Mas há algo que não te perdoarei jamais : o olhar perdido no fundo do armário da minha mãe.

Ela que sempre cumpriu todas as regras e fez questão de ser sempre boa menina, só ganhou de ti na vida bolos sem farinha ..."

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Para quem quer e para quem pode ...




Óbidos é hoje uma oferta de Natal para quem pode comprar Natal,

mas é sempre Óbidos! ...







( Foi assim em 2008 )

domingo, 20 de dezembro de 2009

Mãos

Aonde estão as mãos ?
Não as vejo, mas ainda sinto a textura da pele
na melodia tristemente musicada
da solidão dos meus dias sem ti ...
(Diário de Uma Maria à Toa, IV vol, pag 113)

"Aqui estão as mãos.

São os mais belos sinais da terra.

Os anjos nascem aqui:

frescos, matinais, quase de orvalho,

de coração alegre e povoado.


Ponho nelas a minha boca,

respiro o sangue, o seu rumor branco,

aqueço-as por dentro, abandonadas

nas minhas, as pequenas mãos do mundo.


Alguns pensam que são as mãos de deus,

-eu sei que são as mãos de um homem,

trémulas barcaças onde a água,

a tristeza e as quatro estações

penetram, indiferentemente.


Não lhes toquem: são amor e bondade.

Mais ainda: cheiram a madressilva.

São o primeiro homem, a primeira mulher.

E amanhece."


in Obra de Eugénio de Andrade/2, As Palavras Interditas, Até Amanhã, págs. 41 e 42

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Caminhando sobre as águas


How many roads must a man walk down
before you can call him man?
How many seas must a white dove sail before she sleeps in the sand?
Yes, and how many times must be the cannon balls fly
before they´re forever banned?

The answer, my friend, is blowing in the wing,
the answer is blowing in the wing.

Yes, an haw many years can a montain exist
before it is washed to the sea?
Yes, and how many years can some peoples exist
before they´re allowed to be free?
Yes, and how many times can
a man turn his head
and pretend that he just doesn´t see?

The answer, my friend, is blowing in de wing,
the answer is blowing in the wing.

Yes, and how many times must a man look up
before he can see the sky?
Yes, and how many ears must one man have before he can
hear people cry?
Yes, and how many deaths will it take till he knows that too many people have died?

The answer, my friend, is blowing in the wing, the answer is blowing in the wing.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Convido-te para jantar

As temperaturas desceram consideravelmente.
Prevê-se queda de neve nos dias próximos, em algumas localidades.
O frio dá nota musical à vizinha época de Natal.
Por isso, agasalhe-se para evitar as gripes, não descure a vitamina C, e ...
aqueça-se.
Achei imensa graça a este conteúdo do "sapo" sugerindo receitas culinárias para aquecer http://sabores.sapo.pt/gourmet/detalhe/cinco-receitas-para-aquecer/

São receitas de elaboração simples, mas ao que tudo indica, aptas a produzir os efeitos pretendidos.


Aproveitei a dica e
CONVIDO-TE PARA JANTAR
Confecciono eu a receita :



GAMBAS PICANTES


8 gambas
200 g de manteiga
2 dentes de alho esmagado
2 malaguetas
1 colher de sopa com sumo de limão
Sal q.b.
Pimenta q.b.
1 chávena de arroz
Preparação
"Abra as gambas ao meio no sentido do comprimento, sem separar a cauda da cabeça.
Tempere com sal e pimenta e aloure-as em 150 g de manteiga. Quando as gambas estiverem bem louras, retire do lume e regue-as com o sumo de limão. Entretanto, coza o arroz em abundante água com sal. Depois de cozido, escorra-o e junte-lhe a manteiga restante.
Sirva as gambas com o arroz e o molho da frigideira. "


Tu trazes o vinho e a sobremesa.


Mas se quiseres optar como é teu hábito por uma sobremesa doce e fria, teremos de a colocar um pouquinho no frigorífico.


Entretanto ,

podemos ler um livro à lareira ...

Certamente que lidas algumas páginas a sobremesa esfria ...



Hummm... bem mais quentinho agora...
Se gostou da sugestão, não se acanhe. Experimente-a . O "sapo" e a Maria adoram fazer pessoas felizes. :D
Maria