Já há quem se dedique a estudar os efeitos que a utilização da internet produzirá sobre as relações amorosas entre casais.
Estudos revelam que desde 2006 a esta parte, a utilização da internet conheceu um "boom"
imprevisto que teve por consequência a adesão das pessoas a relações virtuais.
imprevisto que teve por consequência a adesão das pessoas a relações virtuais.
Há um factor de desinibição decorrente do desconhecimento da pessoa real com quem o interloctor interage que facilita a integração e o fluir de emoções intensas e genuínas.
A fronteira entre o universo real e o virtual torna-se ténue e muitas pessoas chegam ao contacto real com os seus contactos da internet, assumindo-me já como significativo o número de casamentos entre cibernautas.
Por causa disso há quem coloque esta questão : Poderá uma relação online constituir infidelidade?
As opiniões dividem-se. Enquanto uns defendem que se trata de uma forma inocente de fantasia, há quem acredite que estas práticas põem em risco um casamento pelo grau de intimidade que envolvem. Aos olhos da lei este é ainda um tema controverso e ambíguo.Esta afirmação, aqui sublinhada por mim é feita aqui o que por si só valeu a minha atenção.
Afinal de que lei se fala?
À luz da lei portuguesa não parece que o facto pudesse constituir causa legal de divórcio.
As opiniões dividem-se. Enquanto uns defendem que se trata de uma forma inocente de fantasia, há quem acredite que estas práticas põem em risco um casamento pelo grau de intimidade que envolvem. Aos olhos da lei este é ainda um tema controverso e ambíguo.Esta afirmação, aqui sublinhada por mim é feita aqui o que por si só valeu a minha atenção.
Afinal de que lei se fala?
À luz da lei portuguesa não parece que o facto pudesse constituir causa legal de divórcio.
A meu ver, o cerne da questão não está na verificação ou não de um contacto, físico ou não físico.
O cerne da questão é certamente outro . Não consigo imaginar o que determina por exemplo uma mulher com um companheiro a procurar emoções ainda que virtuais na internet junto de outros homens. Contudo suponho que os motivos não divergirão muito dos que levam a uma "infidelidade" no universo da chamada vida real.
O problema não reside então de certeza absoluta no uso da internet, mas no próprio casal.
As próprias relações na sua respectiva vulnerabilidade tão característica nos nossos dias é que carece de ser repensada.
Será que nunca existiram amores eternos, para além dos imaginados pelos poetas?
O que fez o Homem então a esse sentimento? Que significa hoje a palavra amor :
um sentimento intenso e temporário, até que a Conservatória nos separe ?!...
2 comentários:
A Net é um mundo à parte mas, como mundo que é, desenvolve as relações como o outro mundo.
- Olá Maria, estás boa?!
Vês, já hoje fiz esta pergunta na rua!
- Já encaixei o tango na Teresa.
Vês! Pode dar aso a falsas interpretações!
- Beijinhos virtuais como os reais
Reais de Rei! Vês pode ser duplamente interpretado!
Majestade, compreendo-o : em qualquer vida, real ou virtual a capacidade de encaixe pode fazer tanta diferença...
Mas nestes afectos puramente virtuais confesso que encaixo muito mal. Nos afectos dos meus afectos, também. Olhe, nem sei que lhe diga, mas diga o que disser ou o contrário, não me interprete mal :)
Um Real beijinho para si também.
:)
Maria
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