
E o que é assédio moral no trabalho?
É a exposição dos trabalhadores ou trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.
Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjectiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização.
A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afectivos com a vítima e, frequentemente, reproduzem e as acções e condutas do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o ’pacto da tolerância e do silêncio’ no colectivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ’perdendo’ sua auto-estima.
É sabido que perder um emprego é uma das coisas mais difíceis de lidar durante a vida, para uma pessoa, para além da morte e do divórcio.
"É uma ruptura muito grave no mundo de uma pessoa," refere o Dr. Robert London, psiquiatra no Langone Medical Center da Universidade de Nova Iorque.
"Não importa se é um executivo ou um condutor de autocarro; a identidade de uma pessoa está muito relacionada com o seu emprego.
E, pode ser devastador para uma pessoa ver-se sem essa identidade de repente."
É normal uma pessoa sentir-se completamente em baixo quando sujeito a tais situações, podendo mesmo isso dar lugar a uma grave depressão.
Nesse quadro facilmente se caiem em pensamentos de insegurança em relação a si próprio, questionando o seu próprio valor .
O quadro depressivo conduz com frequência à perda do sono, a não quer estar junto de outras pessoas e até a dores físicas inexplicáveis, em particular na cabeça.
É por isso que é muito importante que uma pessoa faça tudo o que puder para manter a sanidade mental quando está a passar por uma situação similar.
Procure ajuda, não se isole. Acredite sempre que ainda há pessoas que acreditam em si e o apreciam.
Sobretudo nunca se esqueça de quem é, daquilo em que acredita, porque a vida alterna-se assim como que numa grande roda : hoje talvez esteja cá em baixo. Amanhã, quem sabe quem estará nesse lugar ?
Seja justo consigo e com os outros, mesmo com aqueles que o julgam com injustiça. Sentir-se-á melhor que eles. E nunca desista ...
É a exposição dos trabalhadores ou trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.
Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjectiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização.
A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afectivos com a vítima e, frequentemente, reproduzem e as acções e condutas do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o ’pacto da tolerância e do silêncio’ no colectivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ’perdendo’ sua auto-estima.
É sabido que perder um emprego é uma das coisas mais difíceis de lidar durante a vida, para uma pessoa, para além da morte e do divórcio.
"É uma ruptura muito grave no mundo de uma pessoa," refere o Dr. Robert London, psiquiatra no Langone Medical Center da Universidade de Nova Iorque.
"Não importa se é um executivo ou um condutor de autocarro; a identidade de uma pessoa está muito relacionada com o seu emprego.
E, pode ser devastador para uma pessoa ver-se sem essa identidade de repente."
É normal uma pessoa sentir-se completamente em baixo quando sujeito a tais situações, podendo mesmo isso dar lugar a uma grave depressão.
Nesse quadro facilmente se caiem em pensamentos de insegurança em relação a si próprio, questionando o seu próprio valor .
O quadro depressivo conduz com frequência à perda do sono, a não quer estar junto de outras pessoas e até a dores físicas inexplicáveis, em particular na cabeça.
É por isso que é muito importante que uma pessoa faça tudo o que puder para manter a sanidade mental quando está a passar por uma situação similar.
Procure ajuda, não se isole. Acredite sempre que ainda há pessoas que acreditam em si e o apreciam.
Sobretudo nunca se esqueça de quem é, daquilo em que acredita, porque a vida alterna-se assim como que numa grande roda : hoje talvez esteja cá em baixo. Amanhã, quem sabe quem estará nesse lugar ?
Seja justo consigo e com os outros, mesmo com aqueles que o julgam com injustiça. Sentir-se-á melhor que eles. E nunca desista ...
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