Da tua voz
o corpo
o tempo já vencido
os dedos que me
vogam
nos cabelos
e os lábios que me
roçam pela boca
nesta mansa tontura
em nunca tê-los...
Meu amor
que quartos na memória
não ocupamos nós
se não partimos...
Mas porque assim te invento
e já te troco as horas
vou passando dos teus braços
que não sei
para o vácuo em que me deixas
se demoras
nesta mansa certeza que não vens.
Maria Teresa Horta



4 comentários:
Escolheste sensualidade.
Gostei.
Bom fim de semana cara amiga.
Beijos.
Ainda e sempre o amor, e os quartos que largam pela janela sensualidade.
(Que dia este, a chuva e uma vontade absoluta de nada fazer - se ao menos me apetecesse escrever)
Para um abraço beijoco há sempre vontade
Nilson, obrigada pela visita e pelo comentário. Um beijinho muito especial ao meu amigo poeta de eleição.
Maria
Majestade, já abri uma porta e fiquei a sós. Agora só abro a janela e fico a olhar através dela .
:-)
Um beijinho
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