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EM PORTUGAL NÃO HÁ SIMILARES INICIATIVAS COM A PREOCUPAÇÃO DE INFORMAR E DE TORNAR COMPREENSÍVEIS E ACESSÍVEIS AOS DESTINATÁRIOS DA JUSTIÇA QUESTÕES FUNDAMENTAIS A QUEM TEM QUE UTILIZAR TAL SERVIÇO.
As pessoas queixam-se de um distanciamento, desde logo de linguagem, entre o destinatário da Justiça e o respectivo prestador deste Serviço.
Afinal quais são as causas desse distanciamento, se é que existe e quais as vantagens de lhe pôr termo.
Tentaremos refletir sobre este tema nos próximos posts ( sabem os amigos próximos que motivos de saúde me têm mantido mais afastada do convívio e do debate de ideias)
Há que tornar ao Caminho ...
Até já, conto convosco por cá. Abraços.
Maria Portugal
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