Sendo certo que se verifica um generalizado
envelhecimento da população, designadamente, em Portugal.
Sendo certo que a sujeição a situações de
privação extrema, ou a circunstâncias difíceis atinge
muitíssimo estas pessoas e em particular a comunidade não está
preparada para atendê-los e integrá-los o mais saudavelmente
possível no seio das famílias.
Ao cidadão idoso assiste, mais a quaisquer outros a
meu ver, necessidade de atenção e preocupação de todos e
das instituições em particular.
Se está difícil viver em Portugal para quem é
jovem, certo é que o jovem ainda se aventura pela viagem e procura
da construção de uma nova vida.
Porém
o idoso que já nada pode alcançar autonomamente como estará a
viver entre nós e a que ponto se pondera sobre esta questão ?....
Deixo, em especial para quem tem preocupações com
os seus familiares idosos e não só, um pequeno estudo que me parece
, no contexto , de relevo e interesse para reflexão.
(
http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol28/n2/artigos/art68.htm)
"A depressão de início tardio pode ser
encontrada em até 2% dos idosos, sendo caracterizada por alterações
de humor, cognição e sintomas vegetativos. A depressão pode ser
classificada em unipolar (transtorno depressivo maior) e bipolar,
quando existe alternância de episódios depressivos e de episódios
de hipomania ou mania. A depressão em idosos está associada a maior
risco de coronariopatia,enfarto do miocárdio, acidente vascular
cerebral e mortalidade cardíaca (Scalco, 2000)
." veja mais seguindo o linkhttp://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol28/n2/artigos/art68.htm

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